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28/06/2012
Entidades médicas discutem a realidade do SUS

Dia 22 de junho foi realizada em São Paulo a quarta edição do Fórum Pró-SUS Sul-Sudeste, organizado pela Associação Paulista de Medicina (APM), Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e Academia de Medicina de São Paulo (AMSP).

Além dos presidentes das respectivas entidades médicas, participaram do fórum o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, o secretário de Saúde Suplementar da Fenam, Márcio Bichara, e o coordenador da Comissão Nacional Pró-SUS, Aloísio Tibiriçá. Somados a eles, médicos representantes dos estados do Sul e Sudeste: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.

Os principais temas debatidos entre os participantes foram o financiamento do SUS, honorários dos médicos que trabalham no Sistema Único de Saúde e demografia médica. Como já se esperava, a realidade do SUS é basicamente a mesma em diferentes estados e cidades do país.

Além da precária condição de atendimento oferecida à população, por meio de equipamentos sucateados, são recorrentes os problemas de má distribuição de especialistas entre os hospitais, péssimas condições de trabalho, salários defasados e falta de investimento por parte do governo. Para o presidente da Associação Paulista de Medicina (APM), Florisval Meinão, o cenário do trabalho no SUS não é diferente para nenhum médico, já que há mais investimento em saúde suplementar do que em saúde pública no Brasil.

"Há uma grande inversão de valores na nossa sociedade. O SUS, que é responsável por atender 75% da população brasileira, recebe menos investimento que o sistema privado. Isso é uma grande omissão do Ministério da Saúde, e nosso papel é garantir que o médico tenha condições de trabalho estáveis, o que reflete diretamente na qualidade do atendimento à população”, defende Meinão.

Apresentações
Além das discussões entre os médicos do Sul e Sudeste, o Fórum foi marcado pela apresentação da primeira parte do estudo de demografia médica, realizado pelo Cremesp, e pela exposição da campanha publicitária que pretende aumentar a arrecadação de assinaturas para mais recursos para o SUS, conduzida pela AMB.

Assim como o estudo de demografia médica, cujo conteúdo continuará sendo produzido ao longo dos próximos meses, o Fórum Pró-SUS também seguirá sua programação nas demais regiões do Brasil, com o objetivo de mapear a situação da saúde pública, estabelecer diretrizes nacionais e levá-las à discussão com o governo.

A próxima edição do Fórum está prevista para ser realizada no segundo semestre deste ano, ainda sem data e cidade determinadas.

Fonte: APM


 

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