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21/01/2013
Entidades fazem balanço positivo das negociações com operadoras

As mobilizações dos profissionais que atuam na saúde suplementar tiveram respaldos positivos ao longo desse ano, segundo lideranças médicas – Cremesp, Associação Paulista de Medicina (APM), Sindicato dos Médicos São Paulo (Simesp) e Associação Médica Brasileira (AMB) –, que projetam novas e incisivas ações para 2013, após 66 reuniões e assembleias. 

Vários planos de saúde aumentaram os honorários pagos aos médicos (veja quadro abaixo). Apesar desses avanços concretizados, ainda há 34 operadoras que não encaminhar am propostas ou negociaram com os médicos.

Florisval Meinão, presidente da APM, afirma que é preciso discutir outras ações para essas empresas, além da divulgação de seus nomes na mídia a cada atualização da tabela de compromissos, o que gera um impacto negativo à imagem delas.

Para o presidente da AMB, Florentino Cardoso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve ficar atenta a esse tipo de comportamento e enquadrá-las de acordo com a legislação.

Recusa das operadoras

“Muitas empresas que se  recusam a negociar usam de coerção e resistência para nos inibir. Assumem assim o risco de o movimento traçar diretrizes de paralisações setorizadas, descredenciamentos em massa etc. Os médicos devem convergir para enfrentá-las”, conclama Cid Célio Carvalhaes, presidente do Simesp.

Com isso, os representantes das entidades médicas preveem novas mobilizações por melhores condições de trabalho aos médicos da saúde suplementar para o próximo ano. De acordo com Meinão, as entidades médicas do país devem reunir-se, entre fevereiro e março, para definir as diretrizes de futuros atos públicos – inclusive paralisações – contra as práticas abusivas das operadoras, respeitando-se a autonomia de cada Estado e o cronograma definido, como já ocorreu em 2012.



Algumas empresas não definiram reajustes



Ladislau (2º da dir. p/a esq.) com Zilli, Meinão, Oliver e Bichara: restrição da autonomia do médico 




Algumas operadoras de planos de saúde têm se recusado a definir reajustes anuais ou propõem correções abaixo da inflação aos médicos. Essas e outras questões relativas à contratualização foram debatidas por representantes de entidades médicas na sede da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção São Paulo (OAB-SP), no dia 12 de dezembro. 

O diretor de Comunicação do Cremesp, João Ladislau Rosa, que acompanhou as negociações com as operadoras, afirmou que as empresas restringem a autonomia dos profissionais. Ele enfatizou que a relação médico-paciente é distorcida pelo cerceamento das atividades dos profissionais, como a glosa de procedimentos e a não autorização de exames.

O seminário, coordenado por Paulo Oliver, presidente da Comissão de Estudos sobre Planos de Saúde e Assistência Médica da OAB-SP, contou com a participação de Florisval Meinão, presidente da APM; Emilio César Zilli, diretor de Defesa Associação Médica Brasileira; Márcio Costa Bichara, secretário de Saúde Suplementar da Fenam; Mara Gandara, presidente da Comissão de Defesa Profissional da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirugia Cérvico-Facial; e do deputado federal Eleuses Paiva, entre outras autoridades.





Operadoras que negociaram mas não mandaram proposta: Santa Helena, Seisa, Trasmontano e Universal. Operadoras que ainda não negociaram: Itálica, Metrópole, Prevent Senior, Santa Amália, São Cristóvão, Cetesb, Afresp, Pró-Saúde, Bacen, Camed, Capesesp, CET, Cnen, Conab, Cosipa, ECT, Economus, Fassincra, Geap, Gevisa , Ipref, IRB, MPF, Sepaco, Sesef, SPA, Telesp, Unafisco e Volkswagen.


Fonte: CRMSP

 

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