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02/10/2012
Confirmada a paralisação aos planos de 10 a 18 de outubro em SP

O movimento médico de São Paulo definiu durante reunião em 1º de outubro, na Associação Paulista de Medicina, como será a suspensão do atendimento eletivo às operadoras de saúde dos dias 10 a 18 deste mês. A paralisação envolverá todos os médicos que atendem os planos-alvo nos dias 10 e 18. De 11 a 17, o atendimento será suspenso em rodízio de especialidades. As urgências e emergências serão mantidas.

"São Paulo está em consonância com o movimento nacional, que terá ações em diversos estados e regiões. O mês do médico será marcado pelo posicionamento firme da classe em busca da valorização de seu trabalho, sempre em prol do atendimento de qualidade aos pacientes”, destaca o presidente da APM, Florisval Meinão.

O calendário inicial sugerido é o seguinte:

10/10: Todos os médicos credenciados dos planos-alvo
11/10: Ginecologia e Obstetrícia, Anestesiologia e Cardiologia
15/10: Endocrinologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Pneumologia
16/10: Ortopedia e Traumatologia, Angiologia, Cirurgia Vascular e Medicina do Esporte
17/10: Endoscopia, Dermatologia e Alergia e Imunologia
18/10: Todos os médicos credenciados dos planos-alvo

O atendimento será suspenso ao grupo de operadoras que sequer aceitaram negociar com a classe médica ou não enviaram propostas suficientes até o momento. São elas:

1. Golden Cross
2. Green Line
3. Intermédica
4. Itálica
5. Metrópole
6. Prevent Sênior
7. Santa Amália
8. São Cristóvão
9. Seisa
10. Tempo Assist
11. Trasmontano
12. Universal

Um novo grupo será anunciado até a data da paralisação. Enquanto isso, a comissão de negociação continua à di sposição das empresas para receber propostas. "As negociações têm evoluído com algumas operadoras e seguradoras, mas os médicos estão ávidos por valores e índices que contemplem as reivindicações, tamanha a defasagem sofrida pelos profissionais nos últimos anos”, afirma o diretor adjunto de Defesa Profissional da APM, Marun David Cury.

Na próxima terça-feira, 9 de outubro, às 13h30, será realizada entrevista coletiva à imprensa na sede da APM (entradas pela Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278 e Rua Francisca Miquelina, 67), onde serão esclarecidos detalhes sobre a paralisação de protesto, com a participação das sociedades de especialidade e instituições parceiras que apoiam o movimento, além do Ministério Público.

Para João Sobreira de Moura Neto, diretor de Defesa Profissional da APM, é fundamental que todas as entidades médicas de São Paulo e as sociedades de especialidade se empenhem ao máximo para divul gar a suspensão do atendimento e mobilizar os colegas. "É hora de mostrarmos a nossa força e exigirmos nosso direito à remuneração digna e condições de trabalho.”

Reivindicações

A pauta de reivindicações do movimento médico paulista inclui consulta a R$ 80, valores dos procedimentos atualizados conforme a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) e inserção nos contratos de critério de reajuste a cada 12 meses conforme a seguinte fórmula:

[(IGPM + INPC + IPCA) / 3 x 0,3] + (índice ANS x 0,7)

Participaram ainda da reunião de 1º de outubro o representante do Cremesp, Kazuo Uemura; da Academia de Medicina de São Paulo; Luiz Celso Mattosinho França; e da Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas, Silvio Cecchetto.

Fonte: APM

 

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