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28/09/2012
A saúde do médico

Estudo realizado pelo Cremesp e Unifesp é tema de palestra proferida por Mauro Aranha na APM.

O estudo “A Saúde do médico: estudo CREMESP/Unifesp sobre a mortalidade do médico no Estado de São Paulo, de 2000 a 2009” foi o mote de palestra proferida pelo presidente interino do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Mauro Aranha, na tarde desta sexta-feira, 28 de setembro, na sede da Associação Paulista de Medicina (APM).

Visando conhecer o perfil e identificar as principais causas de óbitos entre os profissionais, um grupo de pesquisadores da Unifesp, coordenado por Zila Sanchez, do Departamento de Medicina Preventiva (Cebrid); pelos psiquiatras Hamer Palhares, da Unidade de Álcool e Drogas (Uniad); e Luiz Antonio Nogueira Martins, do Departamento de Psiquiatria, avaliou dados provenientes do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Datasus, cujos registros ocorreram entre os anos de 2000 a 2009.

Foram obtidos dados de 2.927 declarações de óbitos de médicos falecidos no Estado de São Paulo neste período, com idades entre 23 e 104 anos.

Entre as conclusões do levantamento, chama a atenção o fato de que, coincidentemente aos dados internacionais, o número de suicídios entre as mulheres médicas é maior do que entre os médicos. Para Mauro Aranha, "é necessário que o médico reconheça suas dificuldades e limitações pessoais, não se automedique e procure um colega quando adoecer fisica e psiquicamente".

Ao final, a pesquisa faz um alerta: é possível que a prática médica no Brasil tenha se tornado difícil devido ao aumento do estresse profissional, com a precarização das condições de trabalho. E mais: a necessidade constante de atualização, devido ao acelerado desenvolvimento de novos recursos diagnósticos e terapêuticos, também tem sido responsável pelo alto grau de ansiedade observado entre os médicos.

Veja o estudo completo clicando AQUI.

FOnte: APM

 

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